Autarquia sãofilipense diverge da interdição da apanha de areia      

Sao Filipe 10-Jul-2009 (Portal do Fogo) - A Câmara Municipal mostrou-se insatisfeito com a interdição da apanha de areia nas praias do concelho e como alternativa defende a delimitação de uma área nas praias para apanha controlada.

A decisão saiu da última secção ordinária onde foi analisado a questão. A edilidade classifica a situação de preocupante porque entende que ainda há quantidade razoável de inertes nas praias de São Filipe embora a gestão, ultimamente, não tenha obedecido às normas definidas pela equipa multidisciplinar criada pela própria Câmara.

Conforme Veiga, “nunca, desde 1992 a esta parte, assistimos ao acumular de areia nos arredores da cidade como tem acontecido nos últimos tempos”, disse Veiga, indicando que a situação deve ser resolvida o mais rapidamente possível.
 
Veiga disse que sem nenhuma justificação convincente, a instituição responsável pela gestão decide pela interrupção de apanha de areia provocando uma recolha desenfreada nos dias antecedentes.

 

De acordo com o autarca, na altura própria a instituição camarária, na perspectiva de garantir o desenvolvimento sustentado e permanente das construções, decidiu que no período de desovas das tartarugas uma área deveria ser delimitada para apanha de areia o que não aconteceu e nesta matéria a entidade responsável pela gestão tem estado a falhar deliberadamente.

Gemeindeverwaltung von Sao Filipe mit dem Verbot des Sandabbaus nicht einverstanden

Sao Filipe, 10.7.2009 (Portal do Fogo) - Die Stadtverwaltung von Sao Filipe ist unzufrieden mit dem Verbot des Sandabbaus an den Stränden der Gemeinde und spricht sich alternativ für einen kontrollierten Sandabbau an begrenzten Strandabschnitten aus.

Der Beschluß wurde auf der letzten ordentlichen Sitzung gefaßt, auf der dieses Problem erörtert wurde. Der Bürgermeister bezeichnete die Situation als besorgniserregend und verwies darauf, dass sich noch eine ziemlich große Menge Sand an den Stränden von Sao Filipe befindet, obwohl sich die Leitung (der zuständigen Behörde) letztlich nicht an die Regeln gehalten hat, die von dem multidisziplinären Ausschuß erarbeitet wurden, der von der Gemeindeverwaltung eingesetzt wurde.

Laut Veiga "konnten wir niemals seit 1992 in diesem Bereich eine so große Anhäufung von Sand beobachten, wie in der letzten Zeit" und er forderte, das Problem müsse so schnell wie möglich gelöst werden.

Veiga sagte, die zuständige Behörde habe ohne überzeugende Begründung durch den Beschluß, den Sandabbau zu verbieten, einen zügellosen Abbau in der Zeit vor dem Verbot ausgelöst.

Nach Aussage des Bürgermeisters hat die Stadtverwaltung zu einem angemessenen Zeitpunkt und in Hinblick auf eine nachhaltige Entwicklung des Bausektors beschlossen, in der Zeit der Eiablage der Schildkröten einen begrenzten Strandabschnitt zum Sandabbau freizugeben. Dies sei jedoch nicht geschehen und wurde von der zuständigen Behörde absichtlich unterlassen.